<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Music Nation</title>
	<atom:link href="https://escolamusicnation.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://escolamusicnation.com/</link>
	<description>Escola de Música em Florianópolis/SC</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 Aug 2023 18:55:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://escolamusicnation.com/wp-content/uploads/2022/03/cropped-favicon-music-nation-1-32x32.png</url>
	<title>Music Nation</title>
	<link>https://escolamusicnation.com/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Cérebro Musical: você sabe o que é cognição musical?</title>
		<link>https://escolamusicnation.com/cerebro-musical-voce-sabe-o-que-e-cognicao-musical/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cerebro-musical-voce-sabe-o-que-e-cognicao-musical</link>
					<comments>https://escolamusicnation.com/cerebro-musical-voce-sabe-o-que-e-cognicao-musical/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Escola Music Nation]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 13:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Music Nation]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://escolamusicnation.com/?p=774</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é cognição musical? Cognição vem do termo latim cogitare que significa “pensar” como Marothy (2000) aponta. Nesse sentido, a cognição musical envolve o estudo de como o cérebro...</p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/cerebro-musical-voce-sabe-o-que-e-cognicao-musical/">Cérebro Musical: você sabe o que é cognição musical?</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>O que é cognição musical?</strong></h2>
<p><b>Cognição</b> vem do termo latim cogitare que significa “pensar” como Marothy (2000) aponta. Nesse sentido, a <b>cognição musical</b> envolve o estudo de como o cérebro humano estabelece conceitos, se relaciona com a música, e especificamente com suas formulações verbais.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>No início do século XX com o desenvolvimento da Psicologia e notadamente da Psicologia Cognitiva mudou-se o rumo das pesquisas musicais. De fato, entender os efeitos da música sobre o homem sem compreender como a mente humana funciona não faz sentido. Por isso, a música se aproximou da psicologia, e alguns questionamentos sobre música e cérebro começaram a ser pesquisados cientificamente sob o olhar deste novo paradigma.</p>
<p><strong>O que é música?</strong></p>
<p>Segundo Bohumil Med (1996) música é “a arte de combinar os sons simultânea e sucessivamente, com ordem, equilíbrio e proporção do tempo” (Med, 1996, p.11). Além disto, este autor aponta as principais características do som que são altura, duração, intensidade e timbre. Nesse sentido, a altura do som diz respeito à velocidade da frequência das vibrações. Isto significa que quanto maior a altura, maior o número de vibrações e consequentemente o som será mais agudo. Para não músicos um erro frequente é o de confundir a altura com a intensidade, em outras palavras, com o volume sonoro. Dessa forma, a intensidade caracteriza a amplitude das vibrações sonoras “determinada pela força ou pelo volume do agente que as produz” (ibidem, p. 11). O timbre é o que diferencia o som de acordo com seu emissor, por exemplo, o som da uma voz de uma pessoa com a voz de outra, ou com um instrumento musical qualquer. Ou seja, é a “cor” do som que é derivada “da intensidade dos sons harmônicos que acompanham os sons principais” (ibidem, p. 12). Já a duração, se relaciona com a extensão e o tempo do som emitido.</p>
<p><strong>O desenvolvimento da psicologia da música</strong></p>
<p>Ilari (2010) argumenta que Miller nomeou de revolução cognitiva as mudanças que ocorreram na década de 50, com o nascimento das ciências cognitivas, como por exemplo, as neurociências, a computação e com o a fixação e valorização de áreas de conhecimento como a antropologia, a psicologia e a linguística. Nesse sentido, o pensamento de Jean Piaget (1896-1980) sobre como as crianças aprendem, as ideais de Noam Choamsky (1928) sobre a linguagem e as descobertas sobre neurônios e inteligência artificial fizeram com que o conceito de mente fosse visto como um sistema complexo “(o hardware) com adaptações específicas ao contexto (o software), que precisava de esforços interdisciplinares para ser investigado” (p. 24) e certamente modificaram os rumos da nova psicologia da música.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Gjerdingen (2002) também destaca que os livros Emotion and meaning in music de 1956 de Leonard Meyer e o La perception de la musique de 1957 de Robert Francès e Les structures rythmiques (1956) de Paul Fraisse (1911-1996) influenciaram os pesquisadores da década de 60, fazendo com que as pesquisas nesse campo se focassem na percepção de padrões em melodias como, por exemplo, Diana Deutsch (1938) que pesquisou sobre a melodias musicais e memória. Posteriormente, ela também contribui publicando o importante livro Psychology of Music (1982) e fundou o periódico Music Perception. O autor também salienta que W. Jay Dowling (1941) contribuiu com a psicologia da música com sua publicação Music Cognition (1986).</p>
<p><strong>A Música potencializa a capacidade cognitiva e beneficia a memória</strong></p>
<p>Estudos indicam que o aprendizado musical aumenta o tamanho e a conectividade de várias áreas do cérebro</p>
<p>A música está presente em vários momentos do nosso cotidiano e é capaz de mudar a maneira como lidamos com diversas situações. Ela marca ocasiões especiais: um casamento, uma festa de aniversário, uma viagem, uma conquista. Pode acalmar em um momento de tensão e despertar sentimentos.</p>
<p>No entanto, mais do que uma ferramenta de entretenimento, distração e relaxamento, a música potencializa capacidades cognitivas responsáveis pelo conhecimento, interpretação e concentração do ser humano. Estudos apontam que incentivar o aprendizado musical na infância, por exemplo, pode favorecer o desenvolvimento neurológico, já que a música estimula novos caminhos e conexões com o cérebro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: https://www.cultura.sp.gov.br/musica-potencializa-a-capacidade-cognitiva-e-beneficia-a-memoria/<br />
Fonte: Da psicologia cognitiva à cognição musical: um olhar necessário para a educação musical: Alexandre Meirelles; Tania Stoltz; Valéria Lüders</p>
<p>(UFPR)</p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/cerebro-musical-voce-sabe-o-que-e-cognicao-musical/">Cérebro Musical: você sabe o que é cognição musical?</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://escolamusicnation.com/cerebro-musical-voce-sabe-o-que-e-cognicao-musical/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Principais diferenças entre os níveis musicais</title>
		<link>https://escolamusicnation.com/principais-diferencas-entre-os-niveis-musicais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=principais-diferencas-entre-os-niveis-musicais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Escola Music Nation]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2022 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Music Nation]]></category>
		<category><![CDATA[music nation]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[nível musical]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://escolamusicnation.com/?p=737</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já observei muitas pessoas que estudam música querendo descobrir em qual momento deixam de ser iniciantes e passam a ser músicos profissionais. Percebo muita gente preocupada em dar esses saltos entre iniciante, intermediário...</p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/principais-diferencas-entre-os-niveis-musicais/">Principais diferenças entre os níveis musicais</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já observei muitas pessoas que estudam música querendo descobrir em <strong>qual momento deixam de ser iniciantes</strong> e passam a ser <strong>músicos profissionais</strong>. Percebo muita gente preocupada em dar esses saltos entre iniciante, intermediário e avançado e como isso acontece.</p>
<p>Como músico profissional, conheço quais os elementos de cada fase e como perceber a necessidade de dar o próximo passo na carreira musical. Por isso, decidi contar um pouco sobre isso.</p>
<h3><strong>Nível Iniciante</strong></h3>
<p>Os estudantes e as estudantes que estão nesse lugar de iniciantes têm o poder de <strong>conhecer a música sem preconceitos</strong>. Esse nível chamado ‘iniciante’ é onde a pessoa aprendiz tem a oportunidade de, junto ao seu instrumento, observar, conhecer e aprender tudo que puder na música, sem preconceitos e podendo aproveitar o que vier de aprendizado nesse momento.</p>
<p>Ser músico ou música iniciante te possibilita conhecer e desenvolver uma arte que carrega não só um histórico de diversão e entretenimento, mas também religioso, afetivo e cultural. Acessar esse mundo com paixão e alegria pode ser um bom caminho para quem inicia na música.</p>
<p>Seja qual for seu instrumento, como um bom companheiro, ele vai te ajudar a fazer essas descobertas enquanto dá vida a elas. Poder <strong>fazer música de uma forma leve</strong> é, para mim, uma oportunidade que a pessoa iniciante não pode perder.</p>
<p>Tecnicamente falando, estar nesse nível é entender e ajustar suas dificuldades e limitações. É poder, junto a quem te instrui, <strong>entender em qual área do estudo da música você tem mais dificuldade</strong> de se desenvolver. Às vezes, o ritmo pode parecer um assunto difícil, assim como a melodia ou harmonia. Poder ajustar essas questões de forma leve e musical é uma oportunidade deste estágio. E isso independe de sua intenção com a música de ser profissional ou não.</p>
<h3><strong>Nível Intermediário</strong></h3>
<p>A fase intermediária é aquela onde a pessoa já reforçou toda a base do seu estudo e agora começa e <strong>definir para si qual será sua área de atuação</strong> na profissão da música e como vai construir sua carreira. Na música, existem três áreas de atuação: dar aulas, os palcos e os estúdios:</p>
<h4>1. Aulas</h4>
<p>Estar na posição de educador ou educadora não é uma tarefa fácil. Ensinar música é mais do que ensinar a suposta teoria mundial da música. É ensinar que música é <strong>mais do que uma expressão cultural</strong>, e que cada momento da mesma acompanhou sua sociedade e vem cheia de conceitos e ideias.</p>
<p>Ensinar um instrumento a um aprendiz vai te mostrar como entender a si mesmo como um artista da música, enquanto facilita a passagem daquela pessoa naquela experiência. Ou seja, é uma tarefa humana e muito particular.</p>
<h4>2. Palcos</h4>
<p>O palco é onde o show acontece! Escolher os palcos é escolher atuar numa área que fala diretamente com a <strong>memória afetiva de um público</strong>, até os gostos e vontades do artista principal &#8211; isso se este não for você.</p>
<p>Ser músico de palco requer performance e uma habilidade no seu instrumento que te ajude a passar por todos os contratempos possíveis e eles não são só musicais. Pode acreditar! Músicos de palcos fazem shows, espetáculos, musicais, dos menores aos maiores. Tudo depende da sua trajetória.</p>
<h4>3. Estúdio</h4>
<p>Os músicos de estúdio são aqueles que levam para dentro da casa das pessoas tudo o que os músicos de palco levam aos shows. Querendo (re)produzir uma atmosfera afetiva, as pessoas consomem música em casa, nos seus carros, fones de ouvidos, festas e cultos religiosos. Para isso, recorrem a gravações, e essas foram feitas por músicos em estúdio (na maioria das vezes) e em condições diferentes do palco.</p>
<p>Os desafios dos palcos e estúdios são diferentes. Cada nota tocada no estúdio será gravada. Cada respiração, nota fora ou nota dentro (que seriam as notas certas ou erradas), cada palavra dita ou cantada e cada agulha que cair no chão terá seu som captado.</p>
<p>É claro que tudo isso pode ser ajustado pelo produtor musical, mas não ter que contar com esses erros humanos é o que faz com que contratantes escolham exatamente músico a músico.</p>
<h3><strong>Nível Avançado/Profissional</strong></h3>
<p>O nível avançado, ou profissional, é para quem provavelmente já experimentou muita coisa no seu aprendizado e profissionalismo. Geralmente são as pessoas que já aprenderam o suficiente para <strong>exercer algumas funções dentro da profissão música</strong> e já estão bem resolvidas com seus estudos.</p>
<p>O músico ou a música profissional já criou uma rotina de estudos para se manter em constante aprendizado e também reciclando o que já aprendeu. Geralmente estuda diariamente (ou quase) na ciência de que precisa sempre estar em sua melhor forma para ter excelência em seus trabalhos.</p>
<p>É alguém que vive a fase onde seu aprendizado já é tudo que a música oferece e sabe que manter o estudo de seu instrumento é o melhor a fazer para se manter atualizado.</p>
<p>Você sabe que é um profissional ou uma profissional da música quando <strong>seu conhecimento já está sendo requisitado</strong> para ser dividido com outros profissionais da área. E não só como uma forma de trabalho, mas também como uma espécie de troca de sabedoria.</p>
<p>Na verdade, em qualquer nível musical em que esteja, é importante que você “troque figurinhas”. Ou seja, divida informações e tenha outras divididas consigo para que o aprendizado seja também de forma orgânica.</p>
<p>O nível avançado é para quem já responde pela responsabilidade profissional de uma área, pela integridade não só musical, mas também de seu “modus operandi” frente ao mundo e mercado da música.</p>
<p>Por fim, nenhuma dessas fases é melhor ou mais importante que a outra. Todas vão apenas atender e servir às suas vontades e dedicação. Nenhuma dessas etapas será tão simples e exigirá de sua <strong>disciplina e força de vontade</strong>, mas nenhuma dificuldade será maior do que a vontade e alegria de fazer <strong>uma das mais belas artes</strong> das diversas culturas do mundo: a música.</p>
<p>Via <a href="https://www.musicdot.com.br/artigos/nivel-musical-diferenca-entre-iniciante-intermediario-avancado" target="_blank" rel="noopener">musicdot.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/principais-diferencas-entre-os-niveis-musicais/">Principais diferenças entre os níveis musicais</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecladistas de rock que você precisa conhecer</title>
		<link>https://escolamusicnation.com/tecladistas-de-rock-que-voce-precisa-conhecer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tecladistas-de-rock-que-voce-precisa-conhecer</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Escola Music Nation]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Music Nation]]></category>
		<category><![CDATA[music nation]]></category>
		<category><![CDATA[tecladistas]]></category>
		<category><![CDATA[teclado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://escolamusicnation.com/?p=734</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar do evidente protagonismo da guitarra, o teclado também é um instrumento de fundamental importância para a sonoridade do rock. Tudo começou conjuntamente com o nascimento do estilo, por volta da década de...</p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/tecladistas-de-rock-que-voce-precisa-conhecer/">Tecladistas de rock que você precisa conhecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="cosmos-container cosmos-content">
<p>Apesar do evidente protagonismo da guitarra, o <strong>teclado</strong> também é um instrumento de fundamental importância para a <strong>sonoridade do rock</strong>. Tudo começou conjuntamente com o nascimento do estilo, por volta da década de 1950, através do piano, importando <strong>sonoridades do blues</strong> e criando o comecinho do estilo, como o <strong>rockabilly</strong>.</p>
<p>Com o passar do tempo o rock foi evoluindo, em conjunto, os instrumentos de teclado que o acompanhavam: <strong>Órgão Hammond, Fender Rhodes, Minimoog, Clavinet</strong>, entre tantos outros, evoluíram conjuntamente com os diversos gêneros e subgêneros do rock, dando as <strong>texturas, timbres, ambiências, riffs e solos</strong> que tanto amamos.</p>
<p>Obviamente, além dos instrumentos e suas tecnologias, os responsáveis por toda essa história são os próprios tecladistas. Neste artigo aqui (artigo de melhores tecladistas) listei alguns dos <strong>principais nomes do teclado no rock</strong>. Agora, listei aqui mais 5 tecladistas talvez não tão famosos, mas que certamente são valiosíssimos para conhecermos! Vamos lá?</p>
<h4><strong>05 &#8211; Elton John</strong></h4>
<p>Sim, eu sei, todos conhecemos o Elton John! Um dos maiores nomes do <strong>pop</strong>, um dos maiores ícones da <strong>voz e do piano</strong>. Mas você sabia que diversos de seus discos possuem uma <strong>grande engenhosidade de timbres de teclado</strong>?</p>
<p>Separei aqui um dos mais importantes deles, o álbum <em>“Goodbye Yellow Brick Road”</em>. Trata-se de um álbum duplo lançado no auge de 1973, repleto de canções famosas, mas também de muitas músicas <strong>“lado B”</strong> que são simplesmente uma <strong>aula de arranjo</strong> de teclados, combinando Minimoog, Hammond, Rhodes e com isso criando toda uma paleta de cores de teclado que acompanham o álbum inteiro. Logo de cara, a introdução de <em>“Funeral for a Friend”</em> e <em>“Love Lies Bleeding”</em> deixam isso bem claro! Vamos conhecer?</p>
<div class="cosmos-elasticMedia-container">
<p><iframe class="cosmos-elasticMedia" src="https://www.youtube.com/embed/DHLADPUTYH8" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<hr />
</div>
<h4><strong><br />
04 &#8211; Max Middleton</strong></h4>
<p>Agora sim, tenho certeza que a lista ficou mais underground! Max Middleton é um tecladista que acompanhou diversos músicos importantes da indústria, mas um trabalho dele que chama bastante (mesmo!) atenção é com o guitarrista <strong>Jeff Beck</strong>, no álbum <em>Blow by Blow</em>.</p>
<p>Para quem quiser conhecer o <strong>Clavinet</strong>, talvez tenhamos aqui a aula perfeita: os grooves e levadas de clav de Middleton são incríveis, e conduzem importantes faixas, como <em>“You Know What I Mean”</em>, <em>“Constipated Duck”</em>, <em>“Air Blower”</em> e <em>“Thelonius”</em>.</p>
<p>Já nas outras faixas, Rhodes e Mellotron tomam à frente (e ainda se misturam com arranjos de cordas de ninguém menos que George Martin, produtor dos Beatles!), em lindos solos e acompanhamentos como em <em>“Cause We´ve Ended as Lovers”</em> e <em>“Scatterbrain”</em>, e a maravilhosa balada <em>“Diamond Dust”</em> que encerra o álbum. Enfim, uma aula completíssima!</p>
<div class="cosmos-elasticMedia-container">
<p><iframe class="cosmos-elasticMedia" src="https://www.youtube.com/embed/kW4Id4K-ZUw" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<hr />
</div>
<h4><strong><br />
03 &#8211; Chick Corea</strong></h4>
<p>Ué, Chick Corea aqui na lista de tecladistas de rock? Sem dúvidas um dos principais nomes do <strong>jazz, do piano e quem sabe da história da música em geral</strong>. É desse nível de músico que estamos falando aqui: criatividade, habilidade, espontaneidade… seja compondo, seja improvisando, seja lecionando (sim!), falamos aqui de um dos maiores nomes da música do Séc. XX!</p>
<p>O que nem todo mundo sabe, é de seu domínio também nos entremeios do rock, sobretudo com a sua banda <strong>Return to Forever</strong>, um dos grandes nomes do chamado jazz/fusion &#8211; e nisso, o próprio nome já diz: fusão de jazz com rock.</p>
<p>Trata-se de uma banda com diversas fases, formações e discos bastante diferentes entre si. Mas em um dado momento central da trajetória da banda, o <strong>rock claramente foi o ponto de central</strong>, como nos discos <em>“Hymn of the Seventh Galaxy”</em>, <em>“Where Have I Known You Before”</em> e <em>“Romantic Warrior”</em> (este último tido por muitos como o melhor disco da banda).</p>
<p>Com uma ampla e bastante complexa instrumentação de teclados, Chick Corea pega “pesado” com múltiplos instrumentos de teclado (Minimoog e Fender Rhodes distorcido!), trazendo a <strong>complexidade e riqueza do jazz</strong> mas também com um “peso” de dar inveja à muita banda de rock! Aliás, sua performance no teclado foi elogiada pelo próprio Keith Emerson!</p>
<div class="cosmos-elasticMedia-container">
<p><iframe class="cosmos-elasticMedia" src="https://www.youtube.com/embed/q-XDtjCwS9Q" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<hr />
</div>
<h4><strong><br />
02 &#8211; Jurgen Fritz (Triumvirat)</strong></h4>
<p>Que o <strong>rock progressivo</strong> é o terreno mais fértil para os tecladistas de rock, isso já percebemos. Afinal, grandes nomes como Keith Emerson e Rick Wakeman atuaram predominantemente nesse segmento. Talvez um pouco mais desconhecido do que os grandes nomes do prog (Yes, Genesis, ELP e Pink Floyd), mas que sem dúvida merece bastante atenção, seja a banda alemã <strong>Triumvirat</strong>, e seu tecladista **Jurgen Fritz***.</p>
<p>Por se tratar de um <strong>power trio (bateria, baixo e teclados)</strong>, espere aqui uma enorme proeminência das teclas na sonoridade progressiva da banda. E não é para menos: Fritz utiliza de tudo em seu arsenal tecladístico: Piano (um pianista erudito por excelência), Hammond, Rhodes, Clavinet, Minimoog, Mellotron, assim como muitos outros sintetizadores que surgiam na década de 1970… todos figuram em todos os discos da banda. Uma verdadeira masterclass de timbres!</p>
<p>Ao lado da sonoridade prog da banda encontramos também belas melodias, talvez mais pop se compararmos com outros power trios da época como ELP, o que faz do Triumvirat também uma banda mais fácil de digerir nesse sentido. Se colocarmos nessa mistura os solos mirabolantes de Fritz, temos aí uma excelente receita prog/rock underground! Os álbuns “Spartacus”, “Illusions on a Double Dimple” e “Old Loves Die Hard” sem dúvida alguma merecem a sua atenção, e tenho certeza de que <strong>aprenderá muito sobre o teclado no rock</strong>!</p>
<div class="cosmos-elasticMedia-container">
<p><iframe class="cosmos-elasticMedia" src="https://www.youtube.com/embed/HM6wcEYwVHE" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<hr />
</div>
<h4><strong><br />
01 &#8211; T Lavitz (Dixie Dregs)</strong></h4>
<p>Se você gosta de <strong>composições instrumentais inusitadas, solos virtuosos, misturas dos mais diversos estilos musicais com o rock</strong>… simplesmente não pode deixar de conhecer os discos do <strong>Dixie Dregs</strong>!</p>
<p>Liderados pelo guitarrista Steve Morse (hoje no Deep Purple), o som do Dregs talvez seja um dos <strong>mais criativos até hoje dentro do rock instrumental</strong>. Obviamente, sempre com muito teclado também, instrumento pelo qual vários nomes passaram assumindo o teclado na banda (destaque aqui também para o <strong>Mark Parrish</strong> no disco “Free Fall”), mas sem dúvida o que mais marcou foi <strong>T Lavitz</strong>.</p>
<p>Sempre reservado (afinal, nem o seu primeiro nome ele revelava!), Lavitz gravou boa parte da discografia e dos ao vivos da banda, e o seu destaque não poderia ser maior: <strong>brilhantes solos misturando jazz e soul com o rock</strong>. Domínio absoluto do Piano, Hammond, Rhodes, Minimoog e Clavinet. Um tecladista afiado, capaz de se liquefazer na multiplicidade de estilos musicais que o Dixie Dregs exigia: rock pesado, groove, funk, country, clássico, blues, gospel… enfim, uma salada musical completa!</p>
<p>Posteriormente ao Dregs, Lavitz ainda acompanhou Steve Morse na carreira solo, e tocou em um projeto bem interessante chamado Jazz is Dead (banda e solos incríveis!). Quando não estava em turnê ou gravando, T Lavitz ainda era professor na famosa Berklee College of Music.</p>
<p>Infelizmente, Lavitz faleceu em 2010, deixando um legado importantíssimo de teclado rock, aulas completas e um legado tecladístico que, sem dúvida, o fazem digno do nosso primeiro lugar aqui no ranking.</p>
<div class="cosmos-elasticMedia-container">
<p><iframe class="cosmos-elasticMedia" src="https://www.youtube.com/embed/MjbawuqFsPc" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<hr />
</div>
<h4><strong><br />
Conclusão</strong></h4>
<p>É isso! Espero que tenha sido uma lista interessante, capaz de dar <strong>voz e audiência a alguns dos mais importantes nomes do teclado de rock</strong>, mas que por muitas vezes acabam não ganhando tanta atenção. A ideia aqui, claro, não é a competição, mas sim <strong>compartilhar cultura e conhecimento</strong>!</p>
<p>Via <a href="https://www.musicdot.com.br/artigos/tecladistas-rock-voce-precisa-conhecer" target="_blank" rel="noopener">musicdot.com.br</a></p>
</div>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/tecladistas-de-rock-que-voce-precisa-conhecer/">Tecladistas de rock que você precisa conhecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 dicas para encontrar os acordes no seu violão</title>
		<link>https://escolamusicnation.com/5-dicas-para-encontrar-os-acordes-no-seu-violao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-dicas-para-encontrar-os-acordes-no-seu-violao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Escola Music Nation]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instrumentos]]></category>
		<category><![CDATA[acorde]]></category>
		<category><![CDATA[music nation]]></category>
		<category><![CDATA[violão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://escolamusicnation.com/?p=729</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quero começar esse texto com a seguinte frase: “como encontrar o que não está perdido?”. Essa indagação vai de encontro com as métricas que eu vou usar para te ajudar na...</p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/5-dicas-para-encontrar-os-acordes-no-seu-violao/">5 dicas para encontrar os acordes no seu violão</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quero começar esse texto com a seguinte frase: <em>“como encontrar o que não está perdido?”</em>. Essa indagação vai de encontro com as métricas que eu vou usar para te ajudar na sua jornada musical.</p>
<p>As dicas a seguir vão ajudar desde seu primeiro contato com o violão, então aplique-as com sabedoria e sem pressa.</p>
<p>Aliás, “pressa” é uma palavra que devemos colocar de lado quando o assunto é aprender música e começar a tocar um instrumento. Neste artigo, trago <strong>5 dicas para te ajudar a estudar e “encontrar” os acordes no violão</strong>.</p>
<h3>1 &#8211; Comece aprendendo os acordes básicos</h3>
<p>Pode parecer meio óbvio, mas não é! Usar os diagramas com desenhos de acordes para começar a desbravar o braço do violão pode te ajudar muito no início da sua jornada.</p>
<p>O mais importante é que esse recurso seja utilizado para tocar as músicas que você mais gosta ou está aprendendo. Minha recomendação é sempre dar um sentido para o que você está estudando através de repertório.</p>
<h3>2 &#8211; Conheça as notas das cordas graves</h3>
<p>Esse é um tópico que já mencionei em outra oportunidade, e que provavelmente vou falar muitas outras vezes: Estude onde estão as notas nas cordas graves. Isso vai te ajudar a encontrar os acordes com mais eficiência e te dará uma referência mais prática na hora de montá-los.</p>
<p>Comece memorizando as notas que estão nas marcações do braço. Lembrando que as marcações são aquelas “bolinhas” que aparecem na casa 3,5. Esse é o pontapé inicial para memorizar e conhecer essas notas.</p>
<h3>3 &#8211; Estude o CAGED</h3>
<p>O CAGED é um sistema que toma como base o desenho dos 5 acordes que dão nome a ele: C, A, G, E e D. Esse estudo nos possibilita multiplicar as possibilidades de sonoridade e “desenhos” ao longo do braço. Por isso, é uma ferramenta que merece um estudo aprofundado.</p>
<p>Lembrando que <strong>é essencial estudar os acordes de acordo com o seu repertório</strong>.</p>
<h3>4 &#8211; Entenda a formação de acordes</h3>
<p>Conhecer a formação de acordes nos possibilita enxergar o discurso musical de uma forma diferente. Nos faz ouvir a música de maneira mais consciente.</p>
<p>Isso possibilita traçar novos caminhos na maneira de montar um acorde ou mesmo de entender seu som. Por isso, comece estudando a formação dos acordes de tríades e busque dominar bem esse conceito, pois isso fará com que as demais formações sejam mais tranquilas para estudar. Esse estudo é possível mesmo sem o instrumento, pois trata-se de um conteúdo teórico, então você pode deixá-lo para um momento mais “relax” do seu dia.</p>
<h3>5 &#8211; Estude a inversão de acordes</h3>
<p>A inversão oferece muitas possibilidades de som e formação de acordes. É tão versátil quanto o CAGED, então você pode estudá-las sem moderação!</p>
<p>O conceito de “inversão” diz respeito à mudança na ordem das notas do acorde — em especial a nota mais grave.</p>
<h4>Existem três tipos de inversão:</h4>
<ul>
<li><strong>1ª inversão:</strong> quando a terça do acorde está no baixo;</li>
<li><strong>2ª inversão:</strong> quando a quinta do acorde está no baixo;</li>
<li><strong>3ª inversão:</strong> quando a sétima está no baixo. Consequentemente, quando mudamos essa nota grave, todas as outras notas do acorde sofrem algum tipo de alteração na ordem, o que influencia diretamente no resultado final, produzindo uma sonoridade mais rica e sofisticada.</li>
</ul>
<p>Assim como o estudo de formação de acordes, recomendo que você comece estudando as tríades, que são as bases sólidas que todo violonista/guitarrista precisa.</p>
<h4>Encontre seu som!</h4>
<p>Essa frase pode soar um tanto confusa, mas depois de absorver todos os passos listados acima, chega a hora de você encontrar os acordes no seu próprio violão ou guitarra.</p>
<p>Não tenha medo de arriscar! Buscar novos sons faz parte da inquietação que a música nos trás. Mas, o mais importante é que você passe o maior tempo que puder com o seu instrumento. Pode ser 15 minutos por dia, ou até mesmo o dia inteiro, se quiser! Esse é o contato que vai possibilitar que você <strong>encontre o seu som</strong>.</p>
<p>Grande abraço e até a próxima!</p>
<p>Via <a href="https://www.musicdot.com.br/artigos/como-encontrar-acordes-violao" target="_blank" rel="noopener">musicdot.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://escolamusicnation.com/5-dicas-para-encontrar-os-acordes-no-seu-violao/">5 dicas para encontrar os acordes no seu violão</a> apareceu primeiro em <a href="https://escolamusicnation.com">Music Nation</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
